domingo, 6 de janeiro de 2013

NÃO TEMOS CONCORRÊNCIA DE PREÇOS


Vivemos em um período em que as pessoas não estão se importando com o que antes era costume da maioria. Refiro-me ao modo de “pechinchar”. Antes de efetuar uma compra o melhor seria procurar onde o preço é mais atrativo. A falta de tempo leva as pessoas a deixarem de lado esta forma de frear a exploração dos comerciantes gananciosos.

Aqui em Mossoró não existe fiscalização, se tem eu não conheço, com isso, fica fácil o abuso de preços. O problema se configura de forma nítida no comércio de mercantil.

As grandes redes de supermercados são quem se encarregam de estipular preços, os pequenos comerciantes com estruturas bem menores não conseguem segurar os preços dos fornecedores, porque eles têm os grandes empresários para comprar em grande quantidade, desta forma acaba acontecendo um efeito dominó no aumento do preço desses produtos que são essências do dia-a-dia das pessoas.

Antigamente comércio grande era sinônimo de preços baixo. Pelo menos aqui em Mossoró esse quadro mudou faz tempo. Os comerciantes pequenos da periferia vedem bem mais barato. O problema é que os clientes preferem lojas “abarrotadas”, filas enormes e preços altos. Só porque a loja e climatizada.

Os grandes comerciantes fazem de tudo para “alienar” o cliente, inventam cartões de fidelidade, vendem a prazo, fazem promoções falsas. Enquanto um produto está com preço baixo, outro produto absorve o valor do desconto com acréscimo. 
      
Seria interessante se as pessoas usassem a popularidade das redes sociais para expor preços de produtos de vários comércios da cidade, assim se faziam comparações e ajudaria a termos uma concorrência mais justa entre grandes e pequenos comerciantes.

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