segunda-feira, 9 de abril de 2012

FALTA DE CHUVA, TEMPO DIFÍCIL, SECA NO SERTÃO.


Mesmo com todas as mudanças no nosso sertão, ainda sofre muito o homem do campo em anos difíceis como esse que estamos vivendo hoje sem as chuvas da época.

Quase metade do mês de Abril e nada de chuva que podemos considerar como inverno, até agora apenas neblinas têm caído, mal deu para criar ramagem para os animais alimentarem-se. Os baixos níveis de água nos reservatórios continuam preocupando os agricultores.

Os prejuízos são incalculáveis, mesmo com a diminuição da agricultura familiar, a diferença de um ano de seca para ano de bom inverno é muito grande, principalmente na economia local.

Todos os derivados do leite e o feijão de corda são os produtos campeões de preços altos quando não chove na nossa região, para se ter uma ideia um quilo de feijão já está sendo vendido ao preço médio de R$ 5,00, se estivesse chovendo o preço não ultrapassaria os R$ 2,00.

Essas dificuldades citadas são para quem mora na cidade, lá no sítio a situação é muito pior, tudo fica difícil, desde a água para o consumo humano. O quadro ocupacional das pessoas é atingido em cheio, as linhas de créditos não liberam verbas para o plantio e falta o trabalho para os que ainda vivem de trabalhar alugado.

Para quem não sabe o que é trabalhar alugado vou explicar. No sítio é comum um homem trabalhar para outro sem ser de carteira assinada, dias soltos como chamam, ou dia alugado, como queiram.

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