domingo, 29 de agosto de 2010

A VEJA MOSTRA O POTENCIAL DE MOSSORÓ

Olha o que diz a matéria da Veja

A cidade conta com cinco instituições de ensino superior (duas públicas) e mantém nada menos que 10.000 universitários. Mais de 60% deeles ocupavam vagas criadas nos últimos cinco anos, desde que a prefeitura renunciou aos tributos recolhidos de universidades.

Até os anos 80, a economia de Mossoró era temperada pela indústria do sal local, que ainda fornece 60% do produto consumido no país. Naquela década, foram introduzidas lavouras de melões, que hoje empregam 60.000 pessoas. No decênio seguinte, foi a vez de os royalties do petróleo mudarem a cidade.


Capitalizada, a prefeitura melhorou a infraestrutura urbana. A proporção de lares atendidos pela rede de esgoto saltou de 6% para 85%. Com mais dinheiro em circulação, o setor de serviços se expandiu e o comércio ganhou impulso, inclusive com a construção de um shopping center. Calcula-se que pelo menos 200.000 pessoas de sessenta municípios vizinhos façam compras e consultas em Mossoró.


Há dez anos, lá não havia edifícios com mais de três andares. Eles, agora, dominam o horizonte. Em 2008, a incorporadora paulista Alphaville lançou um condomínio com 229 lotes para casas de alto padrão. Em cinco horas, todos foram vendidos. “Já falta até pedreiro”, diz o empreiteiro Gilson Bezerra.


Nos últimos anos, 23 fábricas se instalaram no seu distrito industrial, atraídas pela oferta de gás natural. A maior delas é a Porcelanatti, do grupo catarinense Itagres, que investiu 110 milhões de reais na construção da maior fábrica de porcelanato da América Latina.


Escolheu Mossoró por causa da abundância de minerais usados na produção da cerâmica, da enorme oferta de energia à base de gás e da sua localização próxima a dois portos exportadores: o pernambucano Suape e o cearense Pecém

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